Três anos atrás os EUA estavam no topo do ranking com outro supercomputador, mas no ano seguinte a posição passou para a China e depois ao Japão. Há seis meses, o país tinha seis posições na lista das dez supermáquinas mais rápidas do mundo, e hoje tem apenas três. A China e a Alemanha têm dois supercomputadores, e o Japão, França e Itália têm um cada. Entre os fabricantes destas máquinas, no entanto, a IBM lidera o ranking já que fabricou cinco dos dez mais rápidos do mundo. David Turek, da empresa americana, diz que a IBM se preparou durante dois anos para retomar a posição número um.
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10 previsões para 2012
Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.
2- A Microsoft pode comprar a Netflix
Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.
3- Tablets conquistam as empresas
Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.
4- Os aplicativos saem do PC
O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.
Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.
6- O mundo móvel entra em guerra
Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.
7- Carros e televisores entram na internet
O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.
8- A montanha de dados cresce
O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.
9- A Amazon
A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.
10- A bolha estoura
Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.
Governo anuncia distribuição de tablets em escolas publicas em 2012
O ministro da Educação Fernando Haddad anunciou nesta quinta-feira, 1º a distribuição de tablets nas escolas públicas a partir do próximo ano, com o propósito de “universalizar” o acesso dos alunos à tecnologia.
O anúncio de Haddad foi feito na abertura da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que contou com a participação da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira.
Os equipamentos serão adquiridos mediante uma licitação que será aberta neste ano enquanto no processo de transformação da educação, apontou Haddad, o Brasil deve “dar um salto com os tablets”, mas com o compromisso de fortalecer à indústria nacional e os autores e editores de conteúdo.
Em junho, o Governo anunciou que exigirá taxas de nacionalização de componentes às empresas que pretendam beneficiar-se dos incentivos fiscais oferecidos aos que fabricarem tablets no país.
Pelo menos a metade dos tablets que forem produzidas neste ano terá que ter placas-mãe fabricadas no Brasil, taxa que será elevada até 95% a partir de 2013, segundo as regras brasileiras.
Quanto às telas de cristal líquido, planas e de novas tecnologias, o componente mais caro e que nenhuma empresa produz no Brasil, os fabricantes poderão utilizar peças importadas pelo menos até dezembro de 2013 e depois começar a produzí-las.
(Fonte: Estadão e Agência EFE)
O anúncio de Haddad foi feito na abertura da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que contou com a participação da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira.
Em junho, o Governo anunciou que exigirá taxas de nacionalização de componentes às empresas que pretendam beneficiar-se dos incentivos fiscais oferecidos aos que fabricarem tablets no país.
Pelo menos a metade dos tablets que forem produzidas neste ano terá que ter placas-mãe fabricadas no Brasil, taxa que será elevada até 95% a partir de 2013, segundo as regras brasileiras.
Quanto às telas de cristal líquido, planas e de novas tecnologias, o componente mais caro e que nenhuma empresa produz no Brasil, os fabricantes poderão utilizar peças importadas pelo menos até dezembro de 2013 e depois começar a produzí-las.
(Fonte: Estadão e Agência EFE)
Os processos mais estranhos do mundo tecnológico
Hoje em dia tudo é motivo para processo, as pessoas estão cada vez mais cientes de seus direitos, o que é ótimo para a democracia,entretanto sempre tem alguém tentando tirar aquela grana extra por meio de processos cada vez mais esquisitos contra grandes empresa. Pensando nisso o site TecMundo listou alguns dos processos mais estranhos do mundo tecnológico.
5. Pais contra o Wi-Fi na escola
Quando uma escola de Chicago resolveu disponibilizar acesso wireless à internet para seus alunos, um grupo de pais processou o colégio por estar expondo seus filhos à ação de ondas de rádio que podem trazer danos à saúde das crianças.
Depois de uma avaliação e de a escola se comprometer a acompanhar as pesquisas futuras sobre o efeito dessas ondas no corpo humano, os pais que moveram o processo não se deram por satisfeito e continuam a exigir o desligamento desses equipamentos. Por enquanto, não conseguiram.
4. Alergia a Pentium
Em 2002, uma mulher holandesa tentou mover um processo contra o Ministério da Economia da Holanda e, aparentemente, também contra a Intel, alegando que o processador Pentium liberava algum tipo de radiação que causava alergia nela. Com processadores 486, porém, nada acontecia. Os tribunais rejeitaram a tentativa de processo.
3. Difamado pelo Google
As sugestões de pesquisas feitas pelo Google, enquanto uma ou mais palavras-chaves são digitadas no campo de buscas, podem render situações desconcertantes.
O problema surge quando palavras ruins são associadas a pesquisas que envolvem nomes de pessoas ou de empresas. Na França, por exemplo, a empresa foi obrigada a pagar uma indenização depois de o mecanismo de busca ter sugerido a palavra “golpe” (scam) ao lado do nome de um centro de educação à distância. Recentemente, o Google também foi processado por um hotel irlandês, que teve seu nome associado à palavra falência.
2. Mafia Wars quebra coração
Cheryl Gray, de Michigan, Estados Unidos, conheceu seu namorado de Washington, Wylie Iwan, pelo jogo Mafia Wars, muito famoso no Facebook. O casal passava até oito horas online por dia. O relacionamento corria bem, até que Gray avisou Iwan que estava indo visitá-lo, em Washington.
Nesse momento, Iwan contou que tinha conhecido outra pessoa, em um bar na cidade dele. Agora, Cheryl está movendo um processo contra Iwan e tentado recuperar cerca de 8 mil dólares que ela alega ter gastado em presentes, passagens aéreas, reserva de hotel e até aluguel de veículo.
1. A culpa é do Google Maps!
Lauren Rosenberg, uma motorista de Utah, Estados Unidos, dirigia de noite quando, de repente, foi atingida por outro veículo em um cruzamento. Seria só mais uma ocorrência normal, não fosse pelo fato de que o acidente acabou rendendo um processo contra uma das gigantes da informática.
Rosenberg tentou alegar para a corte norte-americana que o responsável pelo acidente foi o Google Maps, serviço do Google consultado pela motorista antes de prosseguir viagem. A acusação não rendeu uma indenização para Lauren, já que o Google Maps possui avisos que falam sobre a confiabilidade das rotas sugeridas, mas ela bem que tentou.
5. Pais contra o Wi-Fi na escola
Quando uma escola de Chicago resolveu disponibilizar acesso wireless à internet para seus alunos, um grupo de pais processou o colégio por estar expondo seus filhos à ação de ondas de rádio que podem trazer danos à saúde das crianças.
Depois de uma avaliação e de a escola se comprometer a acompanhar as pesquisas futuras sobre o efeito dessas ondas no corpo humano, os pais que moveram o processo não se deram por satisfeito e continuam a exigir o desligamento desses equipamentos. Por enquanto, não conseguiram.
4. Alergia a Pentium
Em 2002, uma mulher holandesa tentou mover um processo contra o Ministério da Economia da Holanda e, aparentemente, também contra a Intel, alegando que o processador Pentium liberava algum tipo de radiação que causava alergia nela. Com processadores 486, porém, nada acontecia. Os tribunais rejeitaram a tentativa de processo.
3. Difamado pelo Google
As sugestões de pesquisas feitas pelo Google, enquanto uma ou mais palavras-chaves são digitadas no campo de buscas, podem render situações desconcertantes.
O problema surge quando palavras ruins são associadas a pesquisas que envolvem nomes de pessoas ou de empresas. Na França, por exemplo, a empresa foi obrigada a pagar uma indenização depois de o mecanismo de busca ter sugerido a palavra “golpe” (scam) ao lado do nome de um centro de educação à distância. Recentemente, o Google também foi processado por um hotel irlandês, que teve seu nome associado à palavra falência.
Cheryl Gray, de Michigan, Estados Unidos, conheceu seu namorado de Washington, Wylie Iwan, pelo jogo Mafia Wars, muito famoso no Facebook. O casal passava até oito horas online por dia. O relacionamento corria bem, até que Gray avisou Iwan que estava indo visitá-lo, em Washington.
Nesse momento, Iwan contou que tinha conhecido outra pessoa, em um bar na cidade dele. Agora, Cheryl está movendo um processo contra Iwan e tentado recuperar cerca de 8 mil dólares que ela alega ter gastado em presentes, passagens aéreas, reserva de hotel e até aluguel de veículo.
1. A culpa é do Google Maps!
Lauren Rosenberg, uma motorista de Utah, Estados Unidos, dirigia de noite quando, de repente, foi atingida por outro veículo em um cruzamento. Seria só mais uma ocorrência normal, não fosse pelo fato de que o acidente acabou rendendo um processo contra uma das gigantes da informática.
Rosenberg tentou alegar para a corte norte-americana que o responsável pelo acidente foi o Google Maps, serviço do Google consultado pela motorista antes de prosseguir viagem. A acusação não rendeu uma indenização para Lauren, já que o Google Maps possui avisos que falam sobre a confiabilidade das rotas sugeridas, mas ela bem que tentou.
Intel anuncia investimento de US$ 300 milhões no desenvolvimento dos "Ultrabooks"
O projeto Ultrabook visa a criação de laptops ultra-slim no estilo do MacBook Air da Apple. É a grande aposta da Intel no mercado de laptops tradicionais, com o objetivo de reinventar o conceito antes que ela veja os tablets - e seu braço de design britânico de chips rivais - assumir.
Os objetivos do projeto Ultrabook são simples: criar laptops de menos de 21 milímetros de espessura - e de preferência mais perto a 18mm -, com muita memória RAM, e tanta bateria quanto possa ser conseguido.
A Intel tem detalhado as "fases" do projeto como que se estendendo por vários anos, e este último anúncio sugere que a base tecnológica para o projeto Ultrabook não vencerão por pelo menos mais três anos. "Ultrabook estão prontos para ser uma área importante para a inovação na indústria de computadores", afirma o presidente da Intel Capital Arvind Sodhani. "A Intel Capital se concentrará em investir em empresas tecnológicas que vão ajudar a revolucionar a experiência de computação."
O fundo, que terá um total de $ 300 milhões, tem como objetivo investir em empresas construção de tecnologias de hardware e software que se encaixam com os objetivos centrais do Ultrabook de: melhorar a vida da bateria para permitir que todos os dias de computação a partir de uma única carga, aumentando a capacidade de armazenamento sem tamanho crescente ou peso, melhorando a experiência do usuário através de interfaces novas e inovadoras no campo da design de produto físico para criar algo que a Apple estaria orgulhoso para chamar de seu.
(Fonte: Thinq_)
Os objetivos do projeto Ultrabook são simples: criar laptops de menos de 21 milímetros de espessura - e de preferência mais perto a 18mm -, com muita memória RAM, e tanta bateria quanto possa ser conseguido.
(Fonte: Thinq_)
Google adquiriu a empresa de compras coletivas DealMap
Segundo informações da agência de notícias Reuters e compravado por notícia publicada no próprio site, o Google comprou a The Dealmap, para expandir seus investimentos no mercado de compras coletivas.
O Google sempre esteve de olho no nicho de compras coletivas,inicialmente com o Google Offers.
O Dealmap afirmou em seu blog: "O Google fornece a plataforma ideal para nos ajudar a acelerar nosso crescimento e a completar nossa missão. Entrar para o Google nos ajudará a inovar em áreas novas e inexploradas", os detalhes da compra não foram revelados.
Segundo estimativas, o setor de compras coletivas é um dos mais promissores e com maior perspectiva de crescimento, podendo gerar até 6,1 bilhões em receita bruta anual até 2015.
O Dealmap, que nao é propriamente um site de compras coletivas, e sim um agregador de sites desse tipo, é um site relativamente novo com pouco mais de um ano de vida, o novo produto Google é um dos mais importantes do mundo tendo mais de dois milhões de usuário, tornado a aquisição da giganteum tanto quanto justificável.
O Google sempre esteve de olho no nicho de compras coletivas,inicialmente com o Google Offers.
O Dealmap afirmou em seu blog: "O Google fornece a plataforma ideal para nos ajudar a acelerar nosso crescimento e a completar nossa missão. Entrar para o Google nos ajudará a inovar em áreas novas e inexploradas", os detalhes da compra não foram revelados.
Segundo estimativas, o setor de compras coletivas é um dos mais promissores e com maior perspectiva de crescimento, podendo gerar até 6,1 bilhões em receita bruta anual até 2015.
O Dealmap, que nao é propriamente um site de compras coletivas, e sim um agregador de sites desse tipo, é um site relativamente novo com pouco mais de um ano de vida, o novo produto Google é um dos mais importantes do mundo tendo mais de dois milhões de usuário, tornado a aquisição da giganteum tanto quanto justificável.
Foxconn pretende substituir seus funcionários por 1 milhão de robôs até 2014
Para economizar custos, a Foxconn planeja substituir alguns de seus funcionários por um milhão de robôs nos proximos 3 anos.
A empresa, que presta serviços a gigantes como HP e Apple e pretende se instalar no Brasil para fabricar tablets,vai usar os robôs para realizar tarefas simples, como a pulverização, soldagem e montagem de produtos.
Segundo informações, o anúncio foi feito em uma festa na sexta à noite, e a implementação dos robôs vai ajudar a cortar despesas de trabalho e melhorar a eficiência. Atualmente, a empresa tem 10 mil robôs e pretende alcançar 300 mil no ano que vem e um milhão em três anos.
A Foxconn se tornou é maior fabricante mundial de componentes de computador, e um dos fatores que podem ter aumentado o desejo dessa automação pode ter sido a série de suicídios em sua gigante fábrica chinesa, onde as condições de trabalho são difíceis. A empresa tem 1,2 milhões de empregados, com cerca de 1 milhão no continente chinês.
A empresa, que presta serviços a gigantes como HP e Apple e pretende se instalar no Brasil para fabricar tablets,vai usar os robôs para realizar tarefas simples, como a pulverização, soldagem e montagem de produtos.
A Foxconn se tornou é maior fabricante mundial de componentes de computador, e um dos fatores que podem ter aumentado o desejo dessa automação pode ter sido a série de suicídios em sua gigante fábrica chinesa, onde as condições de trabalho são difíceis. A empresa tem 1,2 milhões de empregados, com cerca de 1 milhão no continente chinês.
Rede social do Anonymous foi hackeada
Dois dias após o grupo Anonymous anunciar a criação da rede social AnonPlus, um grupo rival invadiu a página e alterou as informações mostradas. Durante grande parte da última quarta-feira (20 de julho), quem entrava no site era surpreendido por uma mensagem atribuída a hackers identificados pelo nome AKINCLAIR.

Esse logo combina melhor com vocês. Como vocês ousam se levantar contra o Mundo. Vocês realmente acham que são o Império Otomano? Nós pensamos que vocês não podem desafiar o mundo e vamos lhe ensinar que (o grupo Anonymous) não pode se tornar social. Agora vão todos para seus canis...”
Akinclair é o nome de um distrito na Turquia, e também é a identidade assumida por um grupo de hackers que costuma invadir sites para publicar mensagens nacionalistas exaltando o país. A palavra também se trata de um termo usado pelo exército otomano, que significa algo próximo a corsários.
A motivação por trás do ataque seria um ataque feito em junho pelo Anonymous contra sites do governo turco. Os membros do grupo tiraram do ar sites ligados ao governo do país, após a aprovação de uma lei que permitia o uso de filtros para bloquear conteúdos disponíveis aos usuários de internet na Turquia.
Aparentemente, o AnonPlus voltou a ser controlado por seus donos originais, e quem acessa o endereço é redirecionado a um fórum de mensagens mantido pelos hackers. Um dos membros do grupo reconheceu o ataque, afirmando que tal ação era a atitude mais ignorante que já havia presenciado.
(Fonte: TecMundo)
Esse logo combina melhor com vocês. Como vocês ousam se levantar contra o Mundo. Vocês realmente acham que são o Império Otomano? Nós pensamos que vocês não podem desafiar o mundo e vamos lhe ensinar que (o grupo Anonymous) não pode se tornar social. Agora vão todos para seus canis...”
Akinclair é o nome de um distrito na Turquia, e também é a identidade assumida por um grupo de hackers que costuma invadir sites para publicar mensagens nacionalistas exaltando o país. A palavra também se trata de um termo usado pelo exército otomano, que significa algo próximo a corsários.
Aparentemente, o AnonPlus voltou a ser controlado por seus donos originais, e quem acessa o endereço é redirecionado a um fórum de mensagens mantido pelos hackers. Um dos membros do grupo reconheceu o ataque, afirmando que tal ação era a atitude mais ignorante que já havia presenciado.
(Fonte: TecMundo)
Microsoft faz vídeo para comemorar os 20 anos do Linux
A Linux Foundation está promovendo várias ações para comemorar os 20 anos do Linux, e uma dessas ações pedia aos usuários que criassem e enviassem vídeos comentando suas experiências com o sistema operacional do pinguim. E para surpresa geral de todos a divisão da Microsoft na Alemanha resolveu entrar na brincadeira e causou um desequilíbrio na Força ao publicar um vídeo que comenta a relação entre a empresa e o Linux!
O vídeo, que pode ser visto acima, é simples porém muito interessante.
Começa mostrando toda a rixa entre a Microsoft e o Linux e relembrando todos os erros da relação, de uma forma divertida e respeitosa para ambos os lados. No final, a frase “Microsoft VS. Linux” é substituída por um simpático “Microsoft E Linux”.
Pode parecer apenas uma política de boa vizinhança da Microsoft (afinal, ela também envia um bolo para a equipe do Mozilla Firefox a cada nova versão), mas é justamente esse último trecho que tem levantado suspeitas: estaria a Microsoft apontando um interesse em colocar as diferenças de lado com a comunidade Software Livre e trabalhar mais abertamente? Estaríamos vendo uma possível mudança no comportamento da empresa? Toda a briga de patentes para cima do Linux estaria para terminar?
Como sempre, é muito cedo para dizer. Mas espera-se que esse vídeo seja apenas o primeiro passo para o entendimento entre a gigante de Redmond e a comunidade livre.
(Fonte:Digitizor)
O vídeo, que pode ser visto acima, é simples porém muito interessante.
Pode parecer apenas uma política de boa vizinhança da Microsoft (afinal, ela também envia um bolo para a equipe do Mozilla Firefox a cada nova versão), mas é justamente esse último trecho que tem levantado suspeitas: estaria a Microsoft apontando um interesse em colocar as diferenças de lado com a comunidade Software Livre e trabalhar mais abertamente? Estaríamos vendo uma possível mudança no comportamento da empresa? Toda a briga de patentes para cima do Linux estaria para terminar?
Como sempre, é muito cedo para dizer. Mas espera-se que esse vídeo seja apenas o primeiro passo para o entendimento entre a gigante de Redmond e a comunidade livre.
(Fonte:Digitizor)
Apple lucra US$ 7,31 bilhões só no 2º trimestre de 2011
O lucro da companhia foi de US$ 7,31 bilhões no 2º trimestre de 2011.
Empresa vendeu mais de 9,25 milhões de iPads no período.
A Apple anunciou nesta terça-feira (19) que teve receita recorde de mais de US$ 28 bilhões no segundo trimestre de 2011. O lucro da companhia foi de US$ 7,31 bilhões contra US$ 3,25 bilhões no mesmo período do ano passado, crescimento de 125%. As vendas internacionais dos aparelhos e softwares da empresa somou 62% da receita.
A linha de computadores Macintosh teve aumento de 14% em vendas em relação ao mesmo período de 2011, com 3,95 milhões de máquinas vendidas.
O iPod, tocador digital de música, teve queda de 20% nas vendas no segundo trimestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado, com 7,54 milhões de unidades vendidas.
(Fonte: G1)
Brasil tem 32 milhões de usuários de LAN houses
A maioria deles têm entre 14 e 24 anos, ensino médio completo ou superior incompleto,apontam vídeos, fotos e músicas como atividades favoritas e estão concentrados no Nordeste(43%).
(Fonte: Uol)
As 25 cidades mais tecnologicas do mundo
Um estudo da Ericsson, feito em parceria com a consultora Arthur D. Little, apontou as cidades com maiores avanços tecnológicos do mundo com base nas categorias de sustentabilidade, infra-estrutura, segurança, saúde, educação e outros.
A pesquisa Networked Society City Index exibiu um gráfico com 25 cidades que se dividem em três velocidades de crescimento. São Paulo, a única cidade brasileira presente no ranking, ficou em 14º lugar, considerada uma posição de média velocidade em desenvolvimento. A grande ganhadora foi a Cidade de Cingapura, seguida por Estocolmo, na Suécia.
As primeiras colocadas se destacaram por seus esforços em tecnologia sustentável, que diminuem emissões em CO2. Já São Paulo foi escolhida pelo alto índice de inclusão digital e acessibilidade de pessoas com deficiência pela capital.
Veja outras cidades no gráfico abaixo (clique na imagem para ampliá-la):

(Fonte: OlharDigital)
As primeiras colocadas se destacaram por seus esforços em tecnologia sustentável, que diminuem emissões em CO2. Já São Paulo foi escolhida pelo alto índice de inclusão digital e acessibilidade de pessoas com deficiência pela capital.
Veja outras cidades no gráfico abaixo (clique na imagem para ampliá-la):
(Fonte: OlharDigital)
Os celulares mais feios da historia
Existem inúmeros modelos de aparelho que tem uma existência questionável, mas reunimos aqui os 5 celulares mais feios da história, confira!
5.

4.
3.
2.
1.
Já viu algum mais feio? achou algum daqui "bonitinho"? Reclame nos comentários e mude esse ranking de renegados do mundo tecnológico.
Google estaria sendo usado para comunicar mensagens secretas
O mecanismo de sugestões do buscador estaria servindo como recurso de comunicação de terroristas e espiões.
Wojciech Mazurczyk, professor da Universidade de Tecnologia da Varsóvia, na Polônia, desenvolveu um estudo que aponta para o fato de terroristas e espiões utilizarem os termos sugeridos em pesquisas no Google para se comunicarem secretamente.
De acordo com o especialista em esteganografia, ciência que aborda técnicas para ocultar mensagens, é preciso inserir um malware (denominado StegSuggest) na máquina em que a informação deverá ser lida.
A ferramenta de sugestão da Google oferece uma lista dos dez termos mais procurados a cada letra digitada, sendo atualizado a cada caractere acrescido. Segundo Mazurczyk, o software intruso permite que sejam adicionadas palavras no final de cada uma das dez sugestões do mecanismo de busca visualizado no computador infectado.
Conforme o estudo, a mensagem codificada pode ser elaborada com as 4 mil palavras mais populares do inglês. Em contrapartida, Ross Anderson, especialista em criptografia e segurança da Universidade de Cambridge, considera essa pesquisa apenas uma hipótese.
Ele acredita que haveria um tráfego de dados muito grande entre o emissor e o receptor da mensagem, podendo distorcer a informação original – o que seria muito arriscado. Anderson acredita que não está acontecendo nada de suspeito para que autoridades sejam alertadas.
(Fonte : TechMundo)
Conforme o estudo, a mensagem codificada pode ser elaborada com as 4 mil palavras mais populares do inglês. Em contrapartida, Ross Anderson, especialista em criptografia e segurança da Universidade de Cambridge, considera essa pesquisa apenas uma hipótese.
Ele acredita que haveria um tráfego de dados muito grande entre o emissor e o receptor da mensagem, podendo distorcer a informação original – o que seria muito arriscado. Anderson acredita que não está acontecendo nada de suspeito para que autoridades sejam alertadas.
(Fonte : TechMundo)
Seria a Apple uma religião ? Steve Jobs parece pensar que sim
Em 2010, fundador da Apple comparou iPad aos Dez Mandamentos.
O homem que é tratado como um profeta da tecnologia nunca havia chegado tão perto de reconhecer publicamente a existência de um culto em torno da marca que ele ajudou a fundar. Esta é uma característica que há tempos dá à Apple uma vantagem competitiva relevante no mercado de computadores e equipamentos eletrônicos, e virou tema de documentários, livros, filmes e estudos acadêmicos.
A defesa da Apple por seus consumidores é não é um fenômeno inédito, pelo menos em gênero. Philip Kotler, autor mais influente no ensino universitário de marketing, descreve que é comum no consumidor – principalmente de bens de consumo duráveis – o surgimento de uma necessidade psicológica de defender sua compra. Seu carro, por exemplo, quase sempre será melhor, ou pelo menos tem uma relação custo/benefício mais interessante que a opção oferecida pelo concorrente.
Mas o grau de comprometimento do “macmaníaco” é raro. Muitos chegam a empregar tempo e esforço em favor da empresa, seja divulgando a preferência por meio de adesivos colados em seus veículos, seja ajudando voluntariamente outros usuários a resolverem seus problemas técnicos em lojas de eletrônicos.
(Fonte: G1)
TV da marca Playstation permite duas imagens em uma só tela
A TV Playstation sairá no segundo semestre em um pacote nos Estados Unidos, contendo o jogo Resistance 3, óculos 3D e um cabo HDMI por US$ 499. O par de óculos extra custará US$ 69,99.
(Fonte:OuterSpace)
As previsões dos nossos avós
No início do século XX, mais precisamente em 1910, uma série de gravuras foram desenhadas para mostrar às pessoas como seria o mundo em 2000. Naquela década, Santos Dumont havia provado que o homem poderia voar a bordo de aviões impulsionados por motores a gasolina - esta era a tecnologia que mais impressionava as pessoas naquele momento.
A automação e o aproveitamento máximo da mão de obra, frutos da Revolução Industrial, também figuravam entre as principais preocupações dos inventores. É o que se pode comprovar nas imagens abaixo - um exercício de Futurologia feito pela geração dos nossos avós:A videoconferência já era imaginada - e desejada - no início do século passado!
Será que os barbeiros perderiam seus empregos?
Nas salas de aula, lições seriam distribuídas por meio de um gramofone com vários fones
Carros voadores: eles também faziam parte do imaginário
(Fonte: OlharDigital)
Campus Party Brasil 2012: dias e local definidos
McDonald’s quer substituir atendentes humanos por tecnologia de ponta
Antes de tudo, encarar aquela baita fila. Minutos depois, já com a roupa impregnada do cheio de gordura, chega a sua vez de ser atendido. Sorrisos? Até parece. Normalmente, uma fala rápida, sem qualquer simpatia, apenas para anotar o pedido e te mandar para a outra fila (mais espera).
Não sei quanto a você, mas geralmente é assim que eu sou tratado quando vou ao McDonald’s na capital paulista. Para os europeus, muita coisa está para mudar: em vez das atendentes, a megacorporação quer colocar máquinas.
Essa espécie de autoatendimento ainda não foi detalhada pela direção do McDonald’s na Europa. Por ora, sabemos que a empresa pretende substituir os atendentes de caixa das 7 mil lojas espalhadas pelo velho continente por terminais touchscreen. Uma pequena mudança que vai impactar os últimos 30 a 40 anos de serviços em fast-food.
Com a mudança, as filas continuariam, mas sem a falta de simpatia das atendentes. No lugar delas, o cliente poderia tranquilamente escolher a sua refeição a partir de um menu touch (de preferência, que tenha fotos e preços dos produtos). Na hora de pagar, mais uma vez o autoatendimento impera: máquinas de cartão de crédito e débito serão usadas para que o cliente passe o seu cartão e autorize a compra. Simples assim.
Especificamente em Londres, o novo sistema do McDonald’s é comparável com o de pagamento do transporte público. Ao passar o cartão da bandeira Visa, o valor será automaticamente registrado. Um prato cheio para os glutões que comem por impulso.
Cerca de 2 milhões de clientes são servidos na Europa diariamente. Esse enorme contingente de pessoas famintas por dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim em breve terão de enfrentar as máquinas na hora de pedir um simples prato.
Veja tecnologias de bateria mais promissoras para o futuro
É inevitável: para funcionarem normalmente, os gadgets precisam estar alimentados com baterias. De smartphones e notebooks aos novatos tablets, esses eletrônicos precisam de uma fonte de energia que os abasteça sem a necessidade de fios - e as baterias são perfeitas para isso.
Apesar de ainda recente, o modelo atual dessa tecnologia já mostra sinais de que está gasto. Pesquisas em diversas áreas apontam para um horizonte mais diversificado, com resultados a partir de várias fontes de energia, cada uma com custos e métodos diferentes, mas apenas um objetivo: tornar os eletrônicos igualmente potentes, porém mais sustentáveis. O Tecmundo selecionou algumas dessas promessas, descritas a seguir.
Mas está tão ruim assim? Precisamos mesmo de baterias novas? Para responder a essa pergunta, precisamos analisar a situação atual: um dos modelos mais disseminados nos eletrônicos que você tem em casa é a de íon-lítio, que está bem acima de produtos similares.
Com alta capacidade de armazenamento, leveza e sem a possibilidade de viciar (evitando o chamado efeito memória, que diminui cada vez mais sua carga original), ela se torna uma das opções mais óbvias para as fabricantes. No meio de tantas vantagens, entretanto, surgem alguns pontos negativos.
As baterias de íon-lítio possuem desgaste rápido, vida útil reduzida e, principalmente, uma baixa sensibilidade a temperaturas muito altas, o que pode causar até mesmo acidentes devido a reações do material interno do produto.
Em uma era em que sustentabilidade e potência parecem querer andar juntas quando se trata de energia, mesmo a bateria de íon-lítio surge como um obstáculo - e é por isso surgem essas alternativas.
Prismáticas: você ainda vai ver muitas por aí
O primeiro exemplo é também o mais palpável, pois já é aplicado em algumas baterias existentes (como as veiculares) e estima-se que o próximo tablet da Google, que deve receber o nome de Nexus T, também o receba. O principal destaque desta bateria prismática supostamente seria um tempo de vida até três vezes maior em relação às demais opções do mercado.
Apesar de não largar a tecnologia de íon-lítio, a durabilidade elevada faz com que seu descarte na natureza demore mais. Seu formato auxilia também no design dos eletrônicos, pois ela é mais adequada do que baterias cilíndricas. Além disso, o tablet da Google terá a possibilidade de substituição do acessório, algo ignorado por gadgets desenvolvidos pela Apple, por exemplo.
A força vem da terra
Já imaginou recarregar seu celular em qualquer lugar do planeta, mesmo nas áreas mais inóspitas? Essa é a ideia planejada por pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard (SEAS). Atualmente em fase de testes, o produto seria um celular de baixo custo, com capacidade para funcionar por 24 horas e ser carregado por menos de um dólar.
Para efetuar a recarga, uma superfície condutora no formato de um tubo absorveria elétrons livres do solo, resultantes de operações metabólicas de organismos que habitam o subsolo. O equipamento de captação seria barato e de fácil construção. Já a matéria-prima, presente na superfície terrestre, seria inesgotável.
O projeto é ideal para civilizações pobres e que precisam manter um racionamento de energia elétrica, por exemplo. Além disso, ele aprimoraria o uso de tecnologias em locais como desertos e colônias afastadas, que poderiam receber estações de recarga para qualquer tipo de eletrônico.
Se você ainda não se convenceu pela ideia, Bill Gates sim: através da Bill & Melinda Gates Foundation, ele já doou uma generosa quantia em dinheiro para incentivar as pesquisas na área.
Um novo nível para baterias solares
Essa aqui não chega a ser nenhuma novidade. Células capazes de absorver a energia irradiada pelo Sol já são realidade, mas falta um incentivo maior para provar que há potencial na energia solar, seja em quantidade ou preço.
A companhia norte-americana HyperSolar pode mudar esse quadro. Ela trabalha atualmente em um painel solar como qualquer outro, porém com uma película capaz de intensificar a absorção e aumentar o rendimento do equipamento em até 300%.
Isso é possível através de células que funcionam como microchips, que processam muitos dados (nesse caso, espectros de luz) e os enviam para locais específicos com o fim de obter rendimento.
A bateria é o produto
Para que investir em baterias potentes, se o próprio equipamento pode ser um carregador ambulante? O Imperial College London está conduzindo pesquisas com parceiras como a Volvo desde o ano passado, para desenvolver um novo material a partir de fibras de carbono e polímeros de resina. Esse material seria capaz de servir de revestimento para carros, mas, ao mesmo tempo, armazenar e providenciar energia elétrica.
Desse modo, o teto e as portas de um carro serviriam como um depósito reserva que forneceria energia ao veículo sem a necessidade de pará-lo para recarregar. Por não utilizar processos químicos como as baterias convencionais, tudo isso seria mais rápido.
Inicialmente, essa tecnologia dificilmente será usada para gadgets pequenos como smartphones, por exemplo, mas caberia perfeitamente em carros e outros produtos mais encorpados. Pelas parcerias feitas até então, os veículos híbridos devem ser os primeiros da fila a receber o novo material, caso a ideia vá para frente.
Célula-combustível: agora vai?
Até algum tempo atrás, elas estavam na lista de tecnologias promissoras. Décadas depois, foram poucos os avanços na área, fazendo com que o interesse em células combustíveis caísse. Mas uma série de avanços nos últimos tempos pode fazer com que ela retorne com todas as forças.
O processo eletroquímico original presente nesses aparelhos vem sendo reformulado, fazendo com que a energia produzida seja ainda mais verde e potente, com benefícios futuros como portabilidade (algumas já cabem até no bolso, como a da imagem abaixo) e menor custo (por enquanto, são bem mais caras que baterias comuns).
Desse modo, o que era originalmente apenas previsto para substituir combustíveis fósseis em veículos pode ser utilizado para recarregar um gadget comum.
Isso ocorreria com a substituição de alguns metais raros que ainda compõem algumas células-combustível, como a platina, além do armazenamento de hidrogênio, um dos elementos necessários para a transformação de energia.
Os materiais da moda
Dois elementos utilizados frequentemente em pesquisas de vários ramos também podem contribuir para as baterias: o grafeno e o carbono em nanotubos.
Pesquisas já indicavam o grafeno como um ajudante do lítio, aumentando a velocidade de recarga das baterias. Em seguida, surgiram resultados como os modelos flexíveis. As vantagens são as clássicas: maior potência e ciclo de vida. A dificuldade de manejar esse material pode atrasar seu uso concreto, mas em um futuro mais distante ele deve ser um dos principais nomes.
Já os nanotubos de carbono são mais multifuncionais, pois podem ser usados até na composição de roupas. Desse modo, fios de tecido feitos a partir dessas linhas possuem eletrodos navegando por toda a estrutura.
Além da portabilidade de ter uma roupa como bateria, há uma facilidade maior para encontrar e manipular o carbono, mesmo em níveis de nanotecnologia e especialmente em comparação com o grafeno.
Carga total
Como nenhum desses produtos apresentou resultados imediatos até então (leia-se: você não vai encontrá-los tão cedo nas lojas), as baterias com base nas de íon-lítio podem continuar dominando o mercado de eletrônicos por alguns anos. Mas continue na esperança, pois surpresas podem acontecer e novos métodos de armazenamento de energia podem surgir nessa indústria da tecnologia que nunca perde o pique.
Apesar de ainda recente, o modelo atual dessa tecnologia já mostra sinais de que está gasto. Pesquisas em diversas áreas apontam para um horizonte mais diversificado, com resultados a partir de várias fontes de energia, cada uma com custos e métodos diferentes, mas apenas um objetivo: tornar os eletrônicos igualmente potentes, porém mais sustentáveis. O Tecmundo selecionou algumas dessas promessas, descritas a seguir.
Mas está tão ruim assim? Precisamos mesmo de baterias novas? Para responder a essa pergunta, precisamos analisar a situação atual: um dos modelos mais disseminados nos eletrônicos que você tem em casa é a de íon-lítio, que está bem acima de produtos similares.
Com alta capacidade de armazenamento, leveza e sem a possibilidade de viciar (evitando o chamado efeito memória, que diminui cada vez mais sua carga original), ela se torna uma das opções mais óbvias para as fabricantes. No meio de tantas vantagens, entretanto, surgem alguns pontos negativos.
As baterias de íon-lítio possuem desgaste rápido, vida útil reduzida e, principalmente, uma baixa sensibilidade a temperaturas muito altas, o que pode causar até mesmo acidentes devido a reações do material interno do produto.
Em uma era em que sustentabilidade e potência parecem querer andar juntas quando se trata de energia, mesmo a bateria de íon-lítio surge como um obstáculo - e é por isso surgem essas alternativas.
Prismáticas: você ainda vai ver muitas por aí
O primeiro exemplo é também o mais palpável, pois já é aplicado em algumas baterias existentes (como as veiculares) e estima-se que o próximo tablet da Google, que deve receber o nome de Nexus T, também o receba. O principal destaque desta bateria prismática supostamente seria um tempo de vida até três vezes maior em relação às demais opções do mercado.
Apesar de não largar a tecnologia de íon-lítio, a durabilidade elevada faz com que seu descarte na natureza demore mais. Seu formato auxilia também no design dos eletrônicos, pois ela é mais adequada do que baterias cilíndricas. Além disso, o tablet da Google terá a possibilidade de substituição do acessório, algo ignorado por gadgets desenvolvidos pela Apple, por exemplo.
A força vem da terra
Já imaginou recarregar seu celular em qualquer lugar do planeta, mesmo nas áreas mais inóspitas? Essa é a ideia planejada por pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard (SEAS). Atualmente em fase de testes, o produto seria um celular de baixo custo, com capacidade para funcionar por 24 horas e ser carregado por menos de um dólar.
Para efetuar a recarga, uma superfície condutora no formato de um tubo absorveria elétrons livres do solo, resultantes de operações metabólicas de organismos que habitam o subsolo. O equipamento de captação seria barato e de fácil construção. Já a matéria-prima, presente na superfície terrestre, seria inesgotável.
O projeto é ideal para civilizações pobres e que precisam manter um racionamento de energia elétrica, por exemplo. Além disso, ele aprimoraria o uso de tecnologias em locais como desertos e colônias afastadas, que poderiam receber estações de recarga para qualquer tipo de eletrônico.
Se você ainda não se convenceu pela ideia, Bill Gates sim: através da Bill & Melinda Gates Foundation, ele já doou uma generosa quantia em dinheiro para incentivar as pesquisas na área.
Um novo nível para baterias solares
Essa aqui não chega a ser nenhuma novidade. Células capazes de absorver a energia irradiada pelo Sol já são realidade, mas falta um incentivo maior para provar que há potencial na energia solar, seja em quantidade ou preço.
A companhia norte-americana HyperSolar pode mudar esse quadro. Ela trabalha atualmente em um painel solar como qualquer outro, porém com uma película capaz de intensificar a absorção e aumentar o rendimento do equipamento em até 300%.
Isso é possível através de células que funcionam como microchips, que processam muitos dados (nesse caso, espectros de luz) e os enviam para locais específicos com o fim de obter rendimento.
A bateria é o produto
Para que investir em baterias potentes, se o próprio equipamento pode ser um carregador ambulante? O Imperial College London está conduzindo pesquisas com parceiras como a Volvo desde o ano passado, para desenvolver um novo material a partir de fibras de carbono e polímeros de resina. Esse material seria capaz de servir de revestimento para carros, mas, ao mesmo tempo, armazenar e providenciar energia elétrica.
Desse modo, o teto e as portas de um carro serviriam como um depósito reserva que forneceria energia ao veículo sem a necessidade de pará-lo para recarregar. Por não utilizar processos químicos como as baterias convencionais, tudo isso seria mais rápido.
Inicialmente, essa tecnologia dificilmente será usada para gadgets pequenos como smartphones, por exemplo, mas caberia perfeitamente em carros e outros produtos mais encorpados. Pelas parcerias feitas até então, os veículos híbridos devem ser os primeiros da fila a receber o novo material, caso a ideia vá para frente.
Célula-combustível: agora vai?
Até algum tempo atrás, elas estavam na lista de tecnologias promissoras. Décadas depois, foram poucos os avanços na área, fazendo com que o interesse em células combustíveis caísse. Mas uma série de avanços nos últimos tempos pode fazer com que ela retorne com todas as forças.
O processo eletroquímico original presente nesses aparelhos vem sendo reformulado, fazendo com que a energia produzida seja ainda mais verde e potente, com benefícios futuros como portabilidade (algumas já cabem até no bolso, como a da imagem abaixo) e menor custo (por enquanto, são bem mais caras que baterias comuns).
Desse modo, o que era originalmente apenas previsto para substituir combustíveis fósseis em veículos pode ser utilizado para recarregar um gadget comum.
Isso ocorreria com a substituição de alguns metais raros que ainda compõem algumas células-combustível, como a platina, além do armazenamento de hidrogênio, um dos elementos necessários para a transformação de energia.
Os materiais da moda
Dois elementos utilizados frequentemente em pesquisas de vários ramos também podem contribuir para as baterias: o grafeno e o carbono em nanotubos.
Pesquisas já indicavam o grafeno como um ajudante do lítio, aumentando a velocidade de recarga das baterias. Em seguida, surgiram resultados como os modelos flexíveis. As vantagens são as clássicas: maior potência e ciclo de vida. A dificuldade de manejar esse material pode atrasar seu uso concreto, mas em um futuro mais distante ele deve ser um dos principais nomes.
Já os nanotubos de carbono são mais multifuncionais, pois podem ser usados até na composição de roupas. Desse modo, fios de tecido feitos a partir dessas linhas possuem eletrodos navegando por toda a estrutura.
Além da portabilidade de ter uma roupa como bateria, há uma facilidade maior para encontrar e manipular o carbono, mesmo em níveis de nanotecnologia e especialmente em comparação com o grafeno.
Carga total
Como nenhum desses produtos apresentou resultados imediatos até então (leia-se: você não vai encontrá-los tão cedo nas lojas), as baterias com base nas de íon-lítio podem continuar dominando o mercado de eletrônicos por alguns anos. Mas continue na esperança, pois surpresas podem acontecer e novos métodos de armazenamento de energia podem surgir nessa indústria da tecnologia que nunca perde o pique.
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